Tratamentos · Câncer de Vagina e Vulva

Câncer de vagina e câncer de vulva, em Curitiba

Dois tumores ginecológicos raros, que merecem o mesmo olhar atento: câncer de vagina e câncer de vulva, com diagnóstico cuidadoso e acompanhamento humanizado no Oncocentro Oncologia e Imunoterapia (Juvevê, Curitiba).

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Câncer de vagina

Um tumor raro, ligado ao HPV

O câncer de vagina corresponde a uma pequena fração dos cânceres do trato genital feminino. Justamente por sua raridade, muitas das recomendações de tratamento seguem princípios já estabelecidos para o câncer de colo do útero, já que os dois tumores compartilham características biológicas semelhantes.

Sintomas a observar

Em fases iniciais, costuma ser assintomático, identificado em exame ginecológico de rotina ou citologia. Quando presentes, os sinais mais associados incluem sangramento vaginal anormal (fora do período menstrual, após a menopausa ou após relações sexuais), corrimento incomum, dor pélvica ou durante a relação sexual, e presença de massa ou lesão palpável. Qualquer sangramento fora do padrão habitual, especialmente após a menopausa, deve ser investigado prontamente, mesmo com Papanicolau recente normal.

Prevenção e tratamento

A maior parte dos casos está associada à infecção persistente pelo HPV — por isso a vacinação, o Papanicolau periódico e a colposcopia, quando indicada, seguem sendo as principais estratégias de prevenção. O tratamento com intenção curativa costuma envolver radioterapia, cirurgia, quimiorradioterapia ou combinação dessas modalidades, conforme o estágio e a localização do tumor.

Leia mais: câncer de vagina — sintomas, prevenção e tratamento.

Câncer de vulva

Duas vias biológicas diferentes

Cerca de 90% dos casos de câncer de vulva são carcinomas de células escamosas, que podem surgir por duas vias: uma associada à infecção persistente por HPV, mais comum em mulheres jovens, e outra ligada a condições inflamatórias crônicas da pele vulvar, como o líquen escleroso, mais comum em mulheres mais velhas.

Sintomas a observar

O sintoma mais comum é a coceira (prurido) vulvar persistente e de longa duração, muitas vezes confundida com irritações comuns — o que pode atrasar o diagnóstico. Outros sinais: ardor ou dor na região vulvar, alteração na cor ou textura da pele, nódulo ou ferida que não cicatriza, e sangramento fora do período menstrual. Qualquer alteração vulvar persistente por mais de algumas semanas, que não melhora com tratamentos habituais, merece avaliação ginecológica detalhada.

Prevenção e tratamento

A vacinação contra o HPV e o diagnóstico e tratamento adequados do líquen escleroso vulvar são as principais estratégias de prevenção. Em estágio inicial, a doença tem, em geral, bom potencial de cura com cirurgia — buscando sempre, quando oncologicamente seguro, técnicas menos mutilantes — e acompanhamento adequado, incluindo avaliação dos linfonodos da virilha.

Leia mais: câncer de vulva — sintomas, prevenção e tratamento.

Perguntas frequentes

Sangramento vaginal anormal é o sintoma mais comum — fora do período menstrual, após a menopausa ou após relações sexuais. Corrimento incomum e dor pélvica também merecem investigação.

A coceira (prurido) vulvar persistente e de longa duração, muitas vezes confundida com irritações comuns, o que pode atrasar o diagnóstico.

A maior parte dos casos de câncer de vagina e boa parte dos de vulva estão associados à infecção persistente pelo HPV. Vacinação e acompanhamento ginecológico regular são as principais estratégias de prevenção.

São aceitos diversos convênios, incluindo Unimed, Bradesco Saúde, Sul América Saúde, Amil, Cassi e particular. Lista completa no perfil do Doctoralia.

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